Copa 2014 Lei de Acesso
 

Faça sua busca pelo site


MEIO AMBIENTE E URBANISMO

natal.rn.gov.br » Meio Ambiente e Urbanismo » teste

  • teste


O trabalho “Conheça melhor o seu bairro” é uma iniciativa da SEMURB – Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, que pretende promover a socialização das informações relacionadas aos 36 bairros do Município do Natal, divididos em 04 regiões administrativas. Estes dados são coletados, sistematizados e atualizados anualmente, consistindo numa atividade de rotina do SPE– Setor de Informações, Pesquisa e Estatística, vinculado ao DIPE, Departamento de Informação, Pesquisa e Estatistíca – para dar suporte ao planejamento ambiental e urbanístico da cidade.

A Região Administrativa Norte, assim como as demais, foi criada por meio da Lei Ordinária nº 03878/89, seguindo tendências descentralizadoras e político/gerenciais, que levaram em consideração as características geométricas de ordem física dos espaços naturais, como também as demandas administrativas. A Região possui 07 bairros: Igapó, Salinas, Potengi, Nossa Senhora da Apresentação, Lagoa Azul, Pajuçara e Redinha. Limita-se ao Norte com o município de Extremoz, ao Sul com o Rio Potengi, a Leste com o Rio Potengi e o Oceano Atlântico e a Oeste com o município de Extremoz. De acordo com o censo 2000 do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – a Região possui 244.743 habitantes, correspondendo a 34% da população de Natal, que ocupam 59.721 domicílios e auferem uma renda média mensal de 2,92 salários mínimos.

Bairros:
Igapó



O bairro de Igapó era a antiga povoação de Aldeia Velha, sede da taba dos índios Potiguares. Seu nome significa, sítio abandonado, pântano, banhado, alagado. O local foi morada do célebre guerreiro Poti, Antônio Felipe Camarão. Referência histórica, datada de 1600, dizia ser a área uma concessão dada a Manoel Soares; possuía 80 braças de longo, por uma légua de comprimento, "defronte de uma tapera que foi de Felipe Camarão".
2003 2005 2006 2009
Lagoa Azul



O movimento expansionista em direção à periferia natalense propiciou o surgimento de bairros como o de Lagoa Azul. Em sua área, encontram-se as lagoas de Gramoré, do Sapo e Azul Dendê, esta última nas proximidades do Rio Doce. O bairro possui topografia acidentada, e é o maior em área no município. Com o incremento da política habitacional, foram construídos no local os conjuntos residenciais Nova Natal e Gramoré (1983) e Eldorado em 1991, financiados pela - Companhia de Habitação Popular do Rio Grande do Norte - COHAB-RN.
2003 2005 2006 2009
Nossa Senhora
da Apresentação




O bairro Nossa Senhora da Apresentação leva o nome da Padroeira da Cidade do Natal, reverenciada a 21 de novembro. Este bairro surgiu na década de 80 e consolidou-se a partir da construção de conjuntos habitacionais na região, como Parque dos Coqueiros (1990), com 2.088 (duas mil e oitenta e oito) residências, Alvorada IV (1991), Planície das Mangueiras (1991) e Alameda das Fronteiras (1992). Diversas ações judiciais notabilizaram o Conjunto Parque dos Coqueiros como exemplo de organização comunitária.
2003 2005 2006 2009
Pajuçara



As referências históricas às terras onde se situa o bairro de Pajuçara aparecem nos registros de 1731, como data de terra concedida pelo Senado da Câmara do Natal, no segundo quartel do século XVIII. Relata o pesquisador Olavo Medeiros Filho, (Terra Natalense, 1991/93), que a doação fora feita a Joana de Freitas da Fonseca, viúva do Capitão Manuel Correia Pestana. "Receberam, por título de compra, da viúva Dona Grácia do Rego o sítio chamado de Redinha, da outra banda do rio desta Cidade, com toda a terra do outeiro do Minhoto até o rio Guajiru, por largura... da praia da Redinha até a Lagoa Pajuçara".
2003 2005 2006 2009
Potengi



O topônimo do bairro Potengi é uma alusão ao rio mais famoso do Estado. Esse rio era conhecido como Rio Grande, pelos portugueses, e como Potengi, pelos índios, e significa “Rio dos camarões” na língua Tupi-Guarani. Nos anos 70 e na década de 80, a construção de conjuntos habitacionais foi a grande responsável pela expansão da área, favorecendo o aparecimento de pequeno comércio e de empresas prestadoras de serviços.
2003 2005 2006 2009
Redinha

O bairro da Redinha era inicialmente uma colônia de pescadores, que durante a II Guerra Mundial serviu de acampamento para a tropa de combatentes brasileiros. Seu nome é de origem lusitana; provém do nome de uma vila em Portugal, como tantos outros da nossa cultura.Uma das referências históricas da Redinha é o chamado Cemitério dos Ingleses. Nos idos de 1869 numa pequena elevação entre o rio Potengi e a gamboa Manibu, foram erguidos túmulos de ingleses e suíços não católicos, que viviam na cidade e que morreram em conseqüência de epidemias que grassavam na época. Hoje o lugar encontrase ocupado por coqueiral Por muitos anos foi, praticamente, a única praia de veraneios de Natal. A Praia da Redinha é cercada de lirismo por aqueles que viveram agradáveis veraneios no lugar.
2003 2005 2006 2009
Salinas

Segundo o pesquisador Olavo Medeiros Filho, no ano de 1748, Salinas fazia parte de uma área concedida pelo Senado da Câmara de Natal ao Tenente Coronel Matias Simões Coelho, morador de Aldeia Velha (Igapó). Em muito, as histórias sobre sua área se confundem com a de Igapó, bairro do qual é vizinho. Constam dos registros que o referido militar requereu o lugar conhecido como Porto do Cajueiro, uma pequena elevação do terreno, "dessalgado de águas salgadas na ribeira do rio que vai para Nossa Senhora da Soledade, confrontando com o mesmo rio, a terra corre para o poente, e como se acha desaproveitada, quer o dito plantar suas plantas". Até a década de 40, Salinas tinha um cais de onde era feito o transporte de mercadorias e passageiros por via fluvial. Nas décadas de 40/50, a área chamou a atenção do engenheiro Roberto Freire. Ele pretendia instalar, ali, uma salina e com essa finalidade adquiriu as terras que pertenciam à família Toselli.
2003 2005 2006 2009
A Região Administrativa Sul, criada por meio da Lei Ordinária nº 03878/89, segue tendências descentralizadoras político/gerenciais, que observam características geométricas de ordem física, dos espaços construídos e espaços naturais, como também as demandas administrativas. A Região possui 07 bairros: Lagoa Nova, Nova Descoberta, Candelária, Capim Macio, Pitimbu, Neópolis e Ponta Negra. Possui Limites ao Norte com os bairros de Lagoa Seca, Alecrim e Tirol (definidos mais especificamente pela Avenida Bernardo Vieira), ao Sul com o Município de Parnamirim, ao Leste com o Parque das Dunas e a Oeste com os bairros de Cidade Nova e Planalto. De acordo com o censo 2000 do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – a região possui 155.882 habitantes, correspondendo a 22% da população de Natal, que ocupam 40.807 domicílios e cuja renda média mensal, a mais alta da cidade, é de 11,62 salários mínimos.

Bairros:
Candelária

O bairro da Candelária surgiu a partir do conjunto erguido pelo Instituto de Orientação às Cooperativas Habitacionais - INOCOOP-RN, tendo recebido a denominação em concurso ganho pela diretora do órgão, Sra. Rosário Porpino. De crescimento modesto na década de 70, atualmente é uma das áreas nobres de Natal. A área onde hoje se encontra o conjunto foi comprada pelo INOOCOP ao Sr. José Gurgel do Amaral Valente. Dista 7 quilômetros do centro da cidade, em terreno de dunas. Tem como destaque o Alto da Candelária, área de mansões.
2003 2005 2006 2009
Capim Macio

Historicamente, até a década de 60, as terras onde se encontra o bairro de Capim Macio faziam parte de uma área de dunas utilizada como campo de treinamento das forças armadas. Era também uma área de granjas, um matagal distante do centro da cidade onde, em 1973, o empresário João Veríssimo da Nóbrega comprou 543,489 metros quadrados e fez o loteamento Cidade Jardim. Para atrair moradores, João Veríssimo fez um galpão para abrigar grande comércio, próximo à avenida Roberto Freire (atual loja do Nordestão).
2003 2005 2006 2009
Lagoa Nova

O bairro de Lagoa Nova começou a se desenvolver no início da década de 60. O conjunto residencial Potilândia construído em 1968, o segundo aglomerado planejado da cidade depois de Cidade da Esperança, seguido de outros como Nova Dimensão, Roselândia e Lagoa Nova I e II, deram impulso a aglomeração. Outros fatos essenciais para o desenvolvimento do local foram a instalação do Campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Centro Administrativo, este último no lugar onde existia uma lagoa, daí a inspiração para o nome do lugar.
2003 2005 2006 2009
Neópolis

O conjunto residencial Neópolis foi o primeiro construído pelo Instituto de Orientação às Cooperativas Habitacionais-INOCOOP-RN, na Zona Sul da cidade do Natal, na década de 70. Deu nome ao bairro onde se situa, à margem da BR 101, quando esta via ainda era estreita e sem iluminação. O único meio de se chegar ao bairro era o ônibus que fazia a linha para Parnamirim. Construído a 9 (nove) quilômetros de distância do centro da cidade, suas terras faziam parte da Granja da Vassoura, uma área de 26 hectares, onde havia uma vassoura de óculos, símbolo da campanha presidencial de Jânio Quadros em 1960.
2003 2005 2006 2009
Nova Descoberta

O atual bairro de Nova Descoberta compreendia uma área de terras pertencentes à viúva Machado, que ia da localidade de Morro Branco até o atual Campus Universitário. Um dos mais antigos moradores do lugar, Sr. Luiz Ferreira da Silva, conhecido como Luiz Timbu, lembra que anterior a 1940, ali só existia mato e um moinho instalado pelo Governador Alberto Maranhão, de onde se tirava água para dar de beber aos animais das redondezas.
2003 2005 2006 2009
Pitimbu

Parte das terras que compõem o bairro de Pitimbu pertenceram à viúva Machado, proprietária de imóveis nos Guarapes e em vários outros bairros da cidade. Na década de 60, essas terras integravam o loteamento Reforma, o maior de sua época, pertencente ao empresário Gerold Geppert. As terras onde se encontra o bairro Pitimbu receberam, em 1983, o conjunto residencial Cidade Satélite, com três etapas construídas, perfazendo um total de 3.545 residências.
2003 2005 2006 2009
Ponta Negra

Uma das primeiras referências históricas a Ponta Negra é a descrição do período da ocupação holandesa, em 1633, na Cartografia do Rio Grande do Norte, Registros de 1877 dão conta de uma casa de oração na povoação de Ponta Negra e de uma escola pública para o sexo masculino. Estima-se que, até o século passado, a Vila de Ponta Negra era habitada por indivíduos ligados à atividade pesqueira. Havia, entretanto, roçados para ajudar na economia doméstica, além do trabalho de renda de almofadas feito por mulheres. Após a 2ª Guerra Mundial, com a influência norte-americana de banhos de mar, foram iniciadas construções de casas de veraneio.
2003 2005 2006 2009
A Região Administrativa Leste, também criada sob as determinações da Lei nº 03878/89, foi definida segundo os critérios adotados para as demais Regiões Administrativas da cidade de Natal. Isto é, sua implantação obedeceu a parâmetros técnicos cujo objetivo primordial é a promoção da descentralização gerencial do município. A região possui 12 bairros: Santos Reis, Rocas, Ribeira, Praia do Meio, Cidade Alta, Petrópolis, Areia Preta, Mãe Luiza, Alecrim, Barro Vermelho, Tirol e Lagoa Seca. Limita-se ao Norte com o Rio Potengi, ao Sul com o bairro de Lagoa Nova, ao Leste com o Parque das Dunas e o Oceano Atlântico e a Oeste com o Rio Potengi. De acordo com o último recenseamento geral ocorrido no Brasil, o do ano 2000, a Região possui 116.106 habitantes, número que corresponde a 16% da população natalense e ocupa 30.046 domicílios, com renda média mensal de 9 salários mínimos.

Bairros:
Alecrim

Um dos marcos da ocupação das terras que originaram o bairro do Alecrim foi a inauguração do Cemitério Público, em 1856, pelo Presidente da Província, Antônio Bernardo de Passos. Raríssimas pessoas habitavam o descampado constituído por roçados e algumas casinhas de taipa. Em 1882, o Presidente Francisco de Gouveia Cunha Barreto colocou a primeira pedra do Lazareto da Piedade, mais tarde Hospício dos Alienados. Nessa época, o Alecrim era uma capoeira por onde passava a estrada velha dos Guarapes, que dava acesso ao sertão. A Praça Pedro II teve o privilégio das primeiras filas de casas. Conta-se que ali morava uma velha que costumava enfeitar com ramos de alecrim os caixões dos "anjinhos" enterrados no cemitério, daí a origem do topônimo. Outra versão fala da abundância de alecrim-do-campo nesta área.
2003 2005 2006 2009
Areia Preta

Segundo registra Câmara Cascudo, Areia Preta era um recanto de pescadores até 1920. Com o tempo, os pescadores foram vendendo suas casas e novas construções apareceram. Era a mais distante das terras à leste da cidade, e por isso local de festas, serenat as, banhos de mar à fantasia e piqueniques. Ali veraneava o comerciante Jorge Barreto, aclamado pelos amigos como Conde D"Areia Preta. A praia foi a primeira escolhida pela Intendência para a função balneária, por ser considerada em boas condições para tal fim.
2003 2005 2006 2009
Barro Vermelho

Um dos mais recentes bairros de Natal, o Barro Vermelho era uma localidade central da cidade, entre o Baldo, Alecrim e Tirol. Antigamente, esta era uma área de sítios, casas de veraneio longe do mar e da mata, que fixou população por todos os lados. O topônimo de que se originou o bairro, já aparecia em documentos históricos em fins do século XVIII. Era citado, em 1787, nos registros de doação de terras do Senado da Câmara (governo da cidade) como um sítio pertencente ao Alferes Antônio José Barbosa. Mais tarde, em 1816, outro documento registra a doação de terras na área do atual bairro, desta vez favorecendo Antônio José de Vasconcelos. Na verdade, era a ratificação das terras que o citado senhor possuía. O teor do documento assim declarava: "... é senhor e possuidor de terra, no patrimônio desta Câmara, e fazendo nela sítios, casas de morada e árvores de frutos, é conhecida pela denominação de "BARRO VERMELHO"... (Medeiros, 1991:154).
2003 2005 2006 2009
Cidade Alta

O atual bairro da Cidade Alta foi o local onde a cidade nasceu, em 25 de dezembro de 1599. O sítio da futura Cidade do Natal foi escolhido por ser num chão elevado e firme à margem direita do Rio Potengi. Nesse lugar, (atualmente, Praça André de Albuquerque), foram inaugurados, em 1599, o Pelourinho e a Igreja Matriz, com a celebração da primeira missa. Este lugar foi a primeira rua da cidade que, inicialmente, chamou-se Rua Grande. Neste trecho, erguia-se a cadeia, com o Senado da Câmara e o sobrado do Governo. Havia, ainda, a Provedoria Fiscal, depois Real Erário, e algumas igrejas, ainda hoje existentes, que constituem o sítio histórico da Cidade do Natal, dentre as quais se destacam as igrejas de Nossa Senhora da Apresentação e a de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Segundo Cascudo, "a mais velha fila de casas era no lado poente, com posteriores para o rio".
2003 2005 2006 2009
Lagoa Seca

O bairro de Lagoa Seca era uma propriedade do Cabo Belchior Pinto que trabalhava na Fortaleza dos Reis Magos. Em 04 de abril de 1719, o Senado da Câmara concedeu as terras ao militar. Pela carta de petição, sabe-se que o cabo tinha, no local, algumas criações de gado e pretendia fazer suas lavouras, mas não possuía terras para tal. Media 100 braças de comprido e 50, de largura, começando no lugar onde se encontra Lagoa Seca em direção a Morro Branco. Em seu livro Terra Natalense, Olavo Medeiros registra "A Lagoa Seca ficava em uma das esquinas formadas pelas atuais avenidas Prudente de Morais e Alexandrino de Alencar.
2003 2005 2006 2009
Mãe Luíza

Um dos primeiros moradores de que se tem notícia foi "Seu Nenéo". Ao chegar a Mãe Luíza encontrou apenas 3 a 4 casas. Os poucos moradores reuniram-se para lutar por melhorias para os habitantes locais. Primeiro, no movimento Pró-Frente de Trabalho João XXIII, liderado pelo jovem sacerdote português João Perestrello, depois, através do Centro Social do bairro. Na busca por melhorias, em 1967, foram perfurados os primeiros poços d’água e, em 1971, a CAERN iniciou as obras para levar água encanada para o morro. Segundo se sabe, Seu Nenéo estabeleceu-se, no lugar, vendendo areia e barro para a construção de casas, Contava ele, que a localidade era chamada Novo Mundo, mas depois, os próprios moradores decidiram em reunião chamar Mãe Luíza.
2003 2005 2006 2009
Petrópolis

Algumas das mais antigas referências às terras onde se situa o atual bairro de Petrópolis estão contidas em documentos históricos que atestam a expansão urbana de Natal de 1751 a 1775. Escrevendo sobre o assunto, Olavo de Medeiros Filho, em seu livro Terra Natalense, apresenta, no capítulo 11 da referida obra, as datas de terra concedidas pelo Senado da Câmara do Natal, no século XVIII, onde se lê no dia 24.08.1768 – “Favorecido, o Sargentomor Inácio Francisco da Silva Botelho, aforamento que arrematou, no lugar do Monte ... trezentas braças para a parte do nascente, e outras tantas para o poente. (...) O lugar do Monte correspondia à parte mais elevada do bairro de Petrópolis, cuja principal referência é a avenida Getúlio Vargas”.
2003 2005 2006 2009
Praia do Meio

Antigamente, o local era conhecido como Ponta do Morcego, nome que constava de documentos oficiais. Sabe-se que foi o topógrafo Manoel Joaquim de Oliveira quem construiu a primeira casa na Avenida Beira-Mar, atual Presidente Café Filho. Na inauguração da referida residência, foi sugerido o nome do atual bairro, pois a casa ficava entre a Ponta do Morcego e Praia do Forte. O avanço da população vinda das Rocas transpôs as areias dos morros, atingindo a antiga Ponta do Morcego e se espraiando até Petrópolis. Até o final do século XIX, as praias natalenses eram domínio exclusivo de pescadores.
2003 2005 2006 2009
Ribeira

Onde se ergue o Teatro Alberto Maranhão, antigo Teatro Carlos Gomes, tomavase banho salgado em fins do século XIX, relata Cascudo, fazendo o histórico da ocupação do atual bairro da Ribeira. A Praça Augusto Severo "era uma campina alagada pelas marés do Potengi. As águas lavavam os pés dos morros". Documentos falam do plantio de coqueiros, até o século XVIII, como zona de sítios e armazéns de mercadorias exportadas para Pernambuco. A Cidade Alta aparecia como bairro residencial e comercial, enquanto as ruas Duque de Caxias, Dr. Barata, Chile e Frei Miguelinho continuavam desertas. Em 1850, foram construídos diversos prédios na Rua do Comércio (Rua Chile) e, em 1869, o Cais 10 de junho (Tavares de Lira).
2003 2005 2006 2009
Rocas

O local onde se situa o bairro das Rocas compreendia toda a extensão da Praia da Limpa, que era o topônimo antigo. CASCUDO registra uma referência histórica do lugar "na ponta do morro, entre este e o mangue que corre pela beirada do rio que vem da Ribeira, cujo lugar vulgarmente chamam de Limpa". Conta-se que a origem do nome do bairro provém do Atol das Rocas, referência para os pescadores, que ali realizavam suas atividades É um dos mais antigos bairros da cidade. Em princípios do século XX, era morada de alguns pescadores, onde se observa uma maior concentração deles na parte superior denominada de Areal. Depois de 1897, os serviços do Porto empregavam operários que, necessitando viver próximo ao seu local de trabalho, impulsionaram a região. Em conseqüência, surge um pequeno comércio, estaleiros para construção e reparo, atraindo a população pobre da cidade.
2003 2005 2006 2009
Santos Reis

O bairro de Santos Reis, constitui um dos núcleos originais da fundação da cidade. A sua denominação é uma homenagem aos Santos Padroeiros Gaspar, Belchior e Baltazar, cujas as imagens foram doadas por El Rei Dom José I para a capela da Fortaleza dos Reis Magos. Até 1936, lá era celebrada missa para marcar o dia dos padroeiros. Em 27 de novembro de 1910, foi inaugurada uma capelinha, a 300 (trezentos) metros do mar, para ali abrigar os Santos Reis. Em virtude da constante ameaça do mar, outra capela foi construída e hoje é a atual Matriz dos Santos Reis. Desde 1937 a comunidade realiza a festa anual de seus padroeiros, no período de 28 de dezembro à 06 de janeiro.
2003 2005 2006 2009
Tirol

A área dos atuais bairros de Petrópolis e Tirol possui origem comum. Em 1901, foi criada a Cidade Nova (correspondente aos bairros de Tirol e Petrópolis) pelo intendente Joaquim Manoel Teixeira de Moura, em uma região ocupada por vivendas, quintas e granjas. Na época, a cidade achava-se comprimida entre a Ribeira e a Cidade Alta. O local abrangia terras do sítio pertencente ao suíço Jacob Graff, por volta de 1860, cujos limites iam até a Ribeira. Quando o governador Alberto Maranhão comprou ali uma casinha para veraneio, era tão longe da cidade que se ia a cavalo. O plano de construção da Cidade Nova foi de autoria do agrimensor e arquiteto italiano Antônio Polidrelli, e compreendia o espaço ocupado desde a Avenida Deodoro à Rua Campos Sales, abrangendo 60 quarteirões, compreendendo ruas, avenidas e praças.
2003 2005 2006 2009
Este trabalho conclui o conjunto de documentos produzidos sobre as Regiões Administrativas da cidade. A Região Administrativa Oeste, criada a partir das determinações contidas na Lei Ordinária nº 03878/89, segue as tendências descentralizadoras políticas/gerenciais observadas nas demais Regiões Administrativas de Natal. No conjunto, a Região abrange 10 bairros da capital norte-rio-grandense: Quintas, Nordeste, Dix-Sept Rosado, Bom Pastor, Nossa Senhora de Nazaré, Felipe Camarão, Cidade Nova, Guarapes e Planalto. Limita-se ao Norte com o Rio Potengi, ao Sul com o município de Macaíba, ao Leste com os bairros Candelária e Lagoa Nova, e a Oeste com o Rio Potengi. De acordo com o Censo Demográfico 2000, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – a região possui 195.584 habitantes, 28% da população de Natal, que ocupam 47.209 domicílios e cuja renda média mensal é de 2,92 salários mínimos.

Bairros:
Bom Pastor

As terras onde situa-se o atual bairro de Bom Pastor pertenciam, até o final da década de 50 e início de 60, a diversos proprietários. Um deles, Manoel Luiz de Maria, mais conhecido como Manoel Caboclo, é um dos fundadores do lugar. Ao longo do tempo, a área vem sofrendo desmembramento pelos proprietários e familiares. Esse desmembramento é responsável pela ocupação e crescimento do bairro. Muitas dessas terras foram loteadas e vendidas abaixo do preço à população que necessitava construir moradias. A família Tavares Flor é outra tradicional proprietária da área.
2003 2005 2006 2009
Cidade Nova

As terras do atual bairro de Cidade Nova eram um grande terreno que foi dividido e vendido em pequenos lotes. Surgiu a partir da década de 60 quando, em suas vizinhanças, o povoamento já vinha ocorrendo com a construção e ocupação da Cidade da Esperança. Em 1971, por iniciativa da Prefeitura Municipal de Natal, ali foi instalado o forno do lixo, local destinado a armazenar os resíduos obtidos com a coleta na cidade e necessitados de uma destinação adequada.
2003 2005 2006 2009
Cidade da Esperança

O núcleo do futuro bairro foi o conjunto residencial Cidade da Esperança, uma das experiências pioneiras na América Latina nessa forma de produção de habitação na extrema periferia das cidades. Esse tipo de habitação visava a contemplar com a casa própria uma parcela da população de baixa renda, sem condições de acesso à moradia. A área era propriedade do casal Gerold Geppert que pretendia, ali, organizar um grande loteamento, mas que a vendeu, de uma só vez, no início do Governo Aluízio Alves, para a construção da Cidade da Esperança.
2003 2005 2006 2009
Dix-Sept Rosado

O antigo bairro do Carrasco, atualmente Dix-Sept Rosado, recebeu esta denominação a partir da Lei n.º 88, de 22 de agosto de 1951, na administração do Prefeito Olavo João Galvão. O Carrasco era a continuação do Alecrim e, juntamente com Lagoa Nova, constituía uma das áreas suburbanas de Natal. O nome do bairro é uma homenagem a Dix-Sept Rosado, eleito, em 1950, Governador do Estado do Rio Grande do Norte, e que faleceu, tragicamente, em desastre aéreo, em 12 de julho de 1951, no Estado de Sergipe.
2003 2005 2006 2009
Felipe Camarão

As terras do atual bairro de Felipe Camarão pertenciam à viúva Machado, tradicional proprietária de terrenos no município de Natal, esposa do comerciante Manoel Machado. Desde 1933, essas terras estavam registradas no Patrimônio da União. Em 1962, parte das terras, entre os bairros de Guarapes e Felipe Camarão, foi vendida pela viúva Machado. Uma parte foi adquirida pelo empresário Raimundo Paiva; a outra, pela empresa GERNA-Agropecuária e Indústria Limitada. Em 1964, o empresário Gerold Geppert, alemão, naturalizado brasileiro, registrou o terreno, criando o loteamento que recebeu o nome de REFORMA.
2003 2005 2006 2009
Guarapes

A área que, atualmente, se denomina bairro de Guarapes foi no passado um local de alto prestígio econômico, tendo o mesmo rivalizado com a capital da Província do Rio Grande do Norte, chegando a ser cogitada para o ser o Centro Administrativo Provincial, graças à pujança que ali teve lugar. Para reportar esta riqueza, Cascudo remonta à história do Major Fabrício Gomes Pedroza, senhor absoluto da região e o mais influente negociante, que ali fundou a "Casa de Guarapes” e construiu fila de armazéns bojudos que tudo guardavam e vendiam. Até as primeiras décadas do século XX, esta área fazia parte das terras de propriedade do comerciante português Manuel Duarte Machado. Após a morte deste, a vasta área, que incluía terras no vizinho município de Macaíba, passou ao domínio da esposa do comerciante, mais conhecida como a Viúva Machado.
2003 2005 2006 2009
Nordeste

O povoamento da área que corresponde, atualmente, ao Bairro Nordeste teve início no final da década de 1940. Essas terras pertenciam a Alfredo Getúlio Cavalcante de Souza e herdeiros, que a dividiram em lotes vendidos a baixo preço. O primeiro desses lotes foi adquirido pela Rádio Nordeste AM, que instalou ali seus transmissores em 1952, dando nome ao local e originando o bairro. O lugar em que se instalaram os transmissores da Rádio Nordeste era o depósito de lixo da cidade. Esse foi transferido depois para onde hoje se assenta o Conjunto Boa Vista.
2003 2005 2006 2009
Nossa Senhora
de Nazaré


O nome do bairro de Nossa Senhora de Nazaré foi uma homenagem prestada por um dos seus fundadores, o ex-vereador Geraldo Arcanjo, inspirado em Nazaré da Mata, Pernambuco, sua terra Natal. Um dos moradores mais antigos, o senhor Manoel Salviano de Oliveira, figura muito considerada na comunidade, é profundo conhecedor da história do bairro, bem como dos problemas que afligem a área. Conta ele, que Geraldo Arcanjo, funcionário aposentado da Prefeitura de Natal e um pequeno grupo chegaram às terras pertencentes a Nazaré em 1964.
2003 2005 2006 2009
Planalto

As terras onde atualmente encontra-se o bairro Planalto pertenceram, em tempos remotos, ao comerciante português Manoel Duarte Machado. Com a morte dele, o domínio dessa propriedade passou a dona Amélia Duarte Machado, viúva do comerciante e detentora de considerável patrimônio imobiliário no município de Natal, que compreendia terrenos em pontos diversos da cidade. A área do Planalto sofreu parcelamento ao longo do tempo, originando alguns loteamentos que foram vendidos, a prazo, para uma clientela, em geral, de baixo poder aquisitivo.
2003 2005 2006 2009
Quintas

O bairro das Quintas surgiu no caminho que ia para Macaíba e o Seridó, num prolongamento do bairro do Alecrim. Ali existiam sítios que foram adquiridos pelos portugueses por concessão do Senado da Câmara, ao qual pertenciam essas terras devolutas. Em 1717, as terras foram doadas a Antônio Gama Luna e, em 1731, a propriedade era conhecida como Quinta Velha. Nos primórdios, o bairro era local de sítios e granjas. Sylvio Pedroza, durante sua administração, visitou o bairro visando a atender os reclames da população. Dessa visita, resultaram algumas providências, culminando com o calçamento da Rua Nova (hoje Rua São Geraldo), da Rua Mário Negócio, até a Rua dos Pêgas, integrando-as com a Avenida 12, até o Alecrim. A comunidade também conseguiu uma linha de ônibus que retornava em frente ao mercado.
2003 2005 2006 2009

Natal, a capital do Rio Grande do Norte, por seus atrativos econômicos e naturais, vem crescendo aceleradamente nas últimas décadas. Daí a preocupação, dos poderes legislativo e executivo, urbanistas e ambientalistas, entre outros representantes da sociedade civil organizada, em garantir a qualidade de vida dos seus moradores e visitantes, resguardando os ecossistemas e demais áreas de preservação. Para lidarmos adequadamente com estas complexas questões, além de outras providências, se faz necessário a difusão dos instrumentos que norteiam o ordenamento urbano do município.

Sendo assim a SEMURB – Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo – reuniu, neste trabalho, a legislação urbanística e ambiental pertinente a Natal. O Plano Diretor, por exemplo, ao definir parâmetros para o crescimento da cidade, é um documento fundamental para a gestão municipal e a população em geral. Além disso, este trabalho também apresenta as Zonas Especiais de interesse ambiental e turístico, e de preservação do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico; o Código de Obras do município, o Código do     Meio Ambiente e a Lei de Preservação e Tombamento.

Portanto, o objetivo deste trabalho é difundir a legislação municipal voltada para as questões urbanísticas e ambientais, para os mais variados setores da nossa sociedade; da comunidade técnico-científica aos cidadãos comuns. Espera-se que o conhecimento da legislação possa contribuir, direta ou indiretamente, para fomentar práticas e atitudes direcionadas para o desenvolvimento sustentável da cidade.


Instrumento de Ordenamento
Urbano de Natal
Baixe Aqui Obra Completa!

Regimento Interno - SEMURB




Escolha um dos itens para obter a legislação pertinente a ele:


SEMPLA desenvolvimento. Seguimos as seguintes recomendações de projeto: w3c_aa w3c_xhtml w3c_css