
Historicamente, até a década de 60, as terras onde se encontra o bairro de Capim Macio faziam parte de uma área de dunas utilizada como campo de treinamento das forças armadas. Era também uma área de granjas, um matagal distante do centro da cidade onde, em 1973, o empresário João Veríssimo da Nóbrega comprou 543,489 metros quadrados e fez o loteamento Cidade Jardim. Para atrair moradores, João Veríssimo fez um galpão para abrigar grande comércio, próximo à avenida Roberto Freire (atual loja do Nordestão). Esse natalense, de grande visão empresarial, incompreendido em seu tempo, não chegou a assistir ao sucesso comercial da área, para o qual contribuiu com sua capacidade e obstinação de homem de negócios. Anteriormente à construção de conjuntos habitacionais e residências de alto padrão, a região ficava fora dos limites da área urbana de Natal. Naquela época, a Quinze (atual Avenida Bernardo Vieira com Av. Salgado Filho) era uma localidade que se formara próxima à "corrente", ou seja, a entrada para a cidade, onde qualquer acesso era controlado pela fiscalização estadual. Viistta parrciiall do baiirrrro,, ao ffundo Parrque das DunasHistoricamente, até a década de 60, as terras onde se encontra o bairro de Capim Macio faziam parte de uma área de dunas utilizada como campo de treinamento das forças armadas. Era também uma área de granjas, um matagal distante do centro da cidade onde, em 1973, o empresário João Veríssimo da Nóbrega comprou 543,489 metros quadrados e fez o loteamento Cidade Jardim. Para atrair moradores, João Veríssimo fez um galpão para abrigar grande comércio, próximo à avenida Roberto Freire (atual loja do Nordestão). Esse natalense, de grande visão empresarial, incompreendido em seu tempo, não chegou a assistir ao sucesso comercial da área, para o qual contribuiu com sua capacidade e obstinação de homem de negócios. Anteriormente à construção de conjuntos habitacionais e residências de alto padrão, a região ficava fora dos limites da área urbana de Natal. Naquela época, a Quinze (atual Avenida Bernardo Vieira com Av. Salgado Filho) era uma localidade que se formara próxima à "corrente", ou seja, a entrada para a cidade, onde qualquer acesso era controlado pela fiscalização estadual. Historicamente, até a década de 60, as terras onde se encontra o bairro de Capim Macio faziam parte de uma área de dunas utilizada como campo de treinamento das forças armadas. Era também uma área de granjas, um matagal distante do centro da cidade onde, em 1973, o empresário João Veríssimo da Nóbrega comprou 543,489 metros quadrados e fez o loteamento Cidade Jardim. Para atrair moradores, João Veríssimo fez um galpão para abrigar grande comércio, próximo à avenida Roberto Freire (atual loja do Nordestão). Esse natalense, de grande visão empresarial, incompreendido em seu tempo, não chegou a assistir ao sucesso comercial da área, para o qual contribuiu com sua capacidade e obstinação de homem de negócios. Anteriormente à construção de conjuntos habitacionais e residências de alto padrão, a região ficava fora dos limites da área urbana de Natal. Naquela época, a Quinze (atual Avenida Bernardo Vieira com Av. Salgado Filho) era uma localidade que se formara próxima à "corrente", ou seja, a entrada para a cidade, onde qualquer acesso era controlado pela fiscalização estadual. A pista de Parnamirim (Avenida Salgado Filho) era o marco referencial das terras às margens, ligando Natal ao Aeroporto Augusto Severo, à esquerda da qual se situa o bairro. Na década de 60, existiu na área a boate Hippie Drive-in e o bar Teco-teco; na década de 70, o "point" da época eram as boates Mustang e Piri-piri. Depois funcionou, no Hippie Drive-in, um mini-zoológico e na pista de pouso de barro, conhecida como o capim macio que deu nome ao bairro, o "Barródromo", onde havia corridas “informais” de carros e, atualmente, é pista de aeromodelismo. Em 1971, o Instituto de Orientação às Cooperativas-INOCOOP, adquiriu um terreno para a construção do conjunto Mirassol, numa área de 26 hectares. O conjunto tem um total de 16 ruas com nome de flores, mas a principal delas, a única que foge a regra, recebeu o nome de Santos Dumont. Como conseqüência da construção e ocupação de Mirassol, entregue em 1973, surge a Cidade Jardim. Posteriormente, ganhou infraestrutura favorecendo a plena fixação populacional no lugar. Mais tarde, em 1980, a infra-estrutura local ganha um suporte com a instalação de uma loja dos Supermercados Nordestão. Pela localização do empreendimento, seus proprietários esperavam suprir a lacuna nesse ramo de negócios, atendendo consumidores das proximidades, Cidade Jardim, Ponta Negra, Mirassol, Neópolis e adjacências. Uma das referências na história do bairro é a fundação do Conselho Comunitário de Mirassol, em 1974; outro, é a construção da igreja Santo Afonso Maria de Ligório, em 1982, tendo à frente o pároco João Penha Filho, como também o Grupo de Escoteiros de Mirassol, 18º GEM/RN, em 1983. Esse grupo é um dos maiores grupos de escotismo do Rio Grande do Norte. O Campus Universitário foi um marco da ocupação da área no vizinho bairro de Lago Nova. Instalado em uma área de 130 hectares, é apontado como uma das causas de valorização dos terrenos adjacentes. Entre 1973 e 1974, houve uma rápida expansão urbana para o sul da cidade e a difusão do hábito de morar em apartamento. Isso acarretou a supervalorização de terrenos urbanos em Natal. Mais tarde, outros conjuntos foram sendo erguidos no bairro. Em 1979, o Conjunto Universitário (Conjunto dos Professores), Flamboyants (1985), Village dos Mares (1991), Cerro Azul (1991), Village de La Touche (1991), Parque das Rosas, Capim Macio I e II, Mar do Sul e Pirangi do Sul. Em 1996, o Mercado Municipal de Artesanato-MARP, inaugurou o seu show-room, com exposição coletiva de produtos, às margens da BR-101. Capim Macio foi oficializado como bairro pela Lei nº. 4.328, de 05 de janeiro de 1993, que definiu seus limites, e publicada no Diário Oficial em 07 de setembro de 1994.
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